Goodbye

quinta-feira, 19 março, 2009

Esta foi a página de despedida do jornal Rocky Mountain News, cuja última edição saiu em 27 de fevereiro.

O Globe and Mail, influente jornal do Canadá, pergunta em longa reportagem se a democracia está ameaçada com o desaparecimento de jornais. Cita o caso de San Francisco, que pode se tornar a primeira cidade norte-americana importante sem um jornal diário.

Linguagem calada

segunda-feira, 6 agosto, 2007

O Portal G1 hoje publica, com informações da Agência France Presse (AFP), que o jornal iraniano Shargh foi fechado pela segunda vez neste ano por autoridades do governo daquele país. O motivo: publicar entrevista, sob o título “Linguagem Feminista”, com a poeta e militante homossexual Saghi Ghahreman, iraniana residente no Canadá. Mehdi Rahmanian, diretor do Shargh, alegou em defesa do periódico: “Publicamos uma entrevista com uma escritora expatriada. Eles nos disseram que esta mulher tinha problemas de costumes, que ela era homossexual e dizia isso em seu blog. Mas a entrevistamos como poeta.” A homossexualidade é proibida na República Islâmica, onde os gays podem ser condenados à pena de morte.

Brrrrrrrrrasil no Pan

sexta-feira, 13 julho, 2007

Na Globo, o locutor oficial  do ufanismo brasileiro Galvão Bueno: “Talvez a mais linda interpretação do hino brasileiro da historia”.

Comentava a performance de Elza Soares, apresentada por ele como “ex-mulher de Garrincha.”

Diana Ross 

O esportivo argentino cravou em bom português: Orgulho brasileiro.  Descreve a cerimônia de abertura como “inesquecível” e parte do projeto do “sonho olímpico” do Rio.

Para o enviado Ernesto Rodriguez, Elza Soares é “uma espécie de Diana Ross carioca.”

Rio X São Paulo

No carioca O Globo,  “emoção, carnaval e vaias”. Na primeira página da paulistana (entre outras coisas que também terminam em -ana) Folha, “Lula é vaiado 6 vezes na abertura oficial dos Jogos”. “Com tudo para dar errado, deu certo” foi a análise do jornalista Luiz Fernando Vianna, que lembrou de Nélson Rodrigues: “No Maracanã, vaia-se até minuto de silêncio”.

Farsa?

segunda-feira, 9 julho, 2007

Farsa em escala global” é como definiu o espanhol El Mundo sobre a eleição das sete maravilhas do mundo moderno, iniciativa do cineasta suíço Bernard Weber, que elegeu, entre outros monumentos, a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Já o alemão Berliner Zeitung, classificou como “histéricas” as campanhas de votação lançadas na Jordânia e no Brasil. Como se não bastasse, a Unesco criticou o fato de a eleição ter sido organizada por uma instituição privada. “Esta campanha segue outros critérios e objetivos que os da Unesco no campo da cultura”, disse à BBC Sue Williams, porta-voz da entidade para o patrimônio mundial.

O Congo é aqui

domingo, 8 julho, 2007

“Bem-vindo ao Congo!”

Kevin Neuendorf, gerente de imprensa do Comitê Olímpico Americano (Ele escreveu a frase em um quadro de uma das salas alugadas pelo Comitê para o Pan do Rio. Flagrado pelo Globo, foi afastado da delegação).

Napolitano

domingo, 8 julho, 2007

“Sou um italiano do Piemonte (região que, há séculos, é culturalmente mais francesa que italiana), e entre um piemontês e um napolitano existe bem mais diferença que entre um sueco e um brasileiro da Bahia”

Umberto Eco, em texto sobre o livro “O Dicionário Apaixonado de Nápoles” reproduzido hoje na Folha (só para assinantes)

Mercosul

quarta-feira, 4 julho, 2007

Nas palavras do G1, Chávez dá ultimato ao Brasil. Refere-se à possibilidade do presidente da Venezuela pedir a retirada do pedido de inclusão do país no Mercosul caso o Congresso brasileiro não aprove o ingresso venezuelano até setembro. Na Argentina, o assunto é tratado pelo La Nación como “luta de poder na região” entre Caracas e Brasília.

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